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O Autêntico Jamelão (O Bom), do lendário sambista Jamelão, lançado originalmente pela gravadora Continental, código PPL-12.249, em 1965.

Peça original de época, ideal para colecionadores e amantes da música brasileira. Envio protegido para garantir a integridade do vinil.

Disco e capas em ótimo estado de conservação! Poucas marcas do tempo e de uso!

Clássico absoluto da música brasileira!
Lançado em 1965 pela gravadora Continental, O Autêntico Jamelão (O Bom) apresenta a voz marcante e inconfundível de Jamelão, um dos maiores intérpretes de samba-canção de todos os tempos. Nesse disco, o artista interpreta obras carregadas de emoção, ironia e lirismo, incluindo o sucesso "Matriz ou Filial", do compositor Lúcio Cardim, e pérolas como Quem Samba Fica e Tenho Chorado Tanto.

Produção primorosa, arranjos orquestrados e uma seleção de sambas e sambas-canção que marcaram época, refletindo toda a força interpretativa de Jamelão no auge de sua carreira.

Faixas (Lado A e B)

Lado A:

  1. Quem Samba Fica

  2. Matriz ou Filial (samba-canção de Lúcio Cardim, interpretado com grande dramaticidade por Jamelão)*

  3. Na Hora da Raiva

  4. O Teu Fracasso

  5. Dúvida

  6. Estou Pra Dizer Adeus

Lado B:

  1. Clareia Ahi

  2. Sorriso de Maldade

  3. Premeditação

  4. Que Gelada

  5. Tenho Chorado Tanto

  6. Alô! Quem Será

    Musica *"Matriz ou Filial" – Contexto

    • Compositor: Lúcio Cardim, sambista e seresteiro carioca, autor de várias canções que ficaram conhecidas na voz de intérpretes como Nelson Gonçalves e Jamelão.

    • Tema: É um samba-canção dramático, típico da "dor-de-cotovelo" dos anos 50 e 60. A letra fala de uma relação marcada por infidelidade e incerteza — o eu lírico se pergunta se a pessoa amada é sua "matriz" (principal, única) ou "filial" (secundária, substituível).

    • Estilo: Arranjo orquestrado, com metais suaves e cordas, característico das gravações da Continental dessa época, destacando o timbre grave e imponente de Jamelão.

    • Impacto: Tornou-se uma das interpretações mais lembradas do cantor. Até hoje é referência quando se fala de samba-canção de sofrimento e ironia elegante.